A história tem uma forma peculiar de se repetir no futebol. Há seis décadas, Garrincha — o ponta-direita brasileiro cujos dribles deixavam os defensores sem resposta — recebeu um cartão vermelho durante as semifinais da Copa do Mundo de 1962 após agredir um adversário. Na época, não existia suspensão automática de partida, por isso um painel disciplinar se reuniu na manhã seguinte para deliberar sobre o seu destino. Segundo relatos amplamente divulgados, o assistente com a melhor visão do incidente foi subornado e desapareceu, enquanto o chefe de Estado do Chile entrou em contato pessoalmente com a FIFA para defender